O semestre vai chegando ao fim. O ano foi confuso e promete ainda muita maluquice e reviravoltas. Estou finalizando meu primeiro semestre na PUC melhor do que esperava. Nunca fui dos melhores, sempre prefiri ação. Não curto muita teoria. Bunda na cadeira sempre foi sinônimo de ociosidade, o que nessa universidade, aprendi que pode ser bem necessário.
Boas aulas, muito conteúdo, professores – independente do temperamento – de muita qualidade. Em poucas semanas você entende a razão deste ser um local de excelência no ensino. Uma vez aluno da PUC, você passa a viver nesse local. Cada dia você passa mais tempo, se envolve, descobre novas formas de atuação que parecem inesgotáveis.
Este não é um texto institucional, quem diria se estivesse recebendo algo para organizar minhas palavras dessa forma. São apenas um punhado de linhas com as quais, registro ter feito a escolha certa. Espero que o tempo apenas reafirme a convicção que carrego no momento.
Alguns meses atrás conheci um pouco do trabalho da jornalista Raquel Almeida na sua palestra durante a Mostra PUC. O tema, na ocasião, foi o jornalismo e as novas mídias. Desde então acompanho os posts do seu blog, o Linkados. Numa das últimas atualizações, o vídeo Did you know 4.0 apareceu. O filme, através de dados, mostra a mudança que esse novo mundo, ainda pouco desbravado, vem nos proporcionando chamada convergência.
Passeata que aconteceu em 22/06/2009 no centro do Rio de Janeiro. Segundo seus organizadores e instituições de apoio do movimento, o FENAJ e a ARFOC, esta foi a primeira de uma série de protestos contra a derrubada da obrigatoriedade do diploma de jornalismo imposta pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
A obrigatoriedade perdurou por volta de 40 anos no Brasil.
Comunidade onde a qual foi nomeado o berço da Polícia Mineira, nacionalmente conhecida como a Milícia. Bem próxima aqui de casa, é um dos locais mais pacíficos que já estive. Já fiz shows numa casa de Rock que era quase ao lado do famoso Castelo das Pedras e NUNCA houve um problema.
Quer saber onde está boa parte da juventude dos bairros mais ricos do Rio de Janeiro todo final de semana?
A comunidade Global PORTELINHA foi totalmente criada aos moldes do que existe na verdadeira, a Rio das Pedras. Claro que eliminando os problemas mais drásticos e áreas como o Areal que é a parte mais necessitada da favela.
Alguns anos atrás houve um incêndio na região que foi noticiado mundo a fora. Todos venderam jornais e receberam “page views” em suas páginas mas os desabrigados continuam morando num terreno infestado de poças de água (dengue), em barracos que de provisórios transformaram-se em moradia fixa.
Um final de semana correria mas gratificante. Fui da grâ-finagem da nata da Barra da Tijuca até o bol e velho hardcore cheirando a vinho barato. O local não poderia ser mais emblemático. Uma gafieira no centro da cidade foi o palco do retorno do Uzômi pós-tour nordeste. Antes das loucuras de Herón, irmãos Bin Laden, Vinícius e Salles foi a vez do Cervical que executou com precisão milimétrica seu set “porrada na fuça”.
Fiz umas fotos, acessa o meu FLICKR que você deve curtir.
Voltando ao grã assunto. O evento foi o Troféu de Imprensa da Associação de Imprensa da Barra. Sim, eu estive por lá e pude bater um papo com alguns profissionais (em sua maioria bem receptivos) e rever um quase ex-futuro-patrão e um amigo dos tempos de escola (sexta série!!) recebendo o prêmio de melhor matéria em veículo impresso. O nome do rapaz é Felipe Sil. PARABÉNS SIL !!!
Não posso deixar de agradecer a jornalista Denise Machado que me convidou para o evento.
Antes de tudo ainda rolou minha primeira incursão em campo do Clube FotoRio. Outro pessoal simpático e receptivo. Devo aparecer por lá mais vezes. Sem esquecer da Convenção de tatuagem em Botafogo na qual a amiga Lúcia foi competir com sua peita, com todo respeito, colorida na categoria algo entre NEW e OLD school.